Por ordem alfabética:

Alice Simões Cabanita

Ana Isabel Paiva

Ana Margarida Coelho Frade (Guida)

Ana Teresa Frade Cobiça Soares

António_Coelho

António Frade

António Travassos

Beatriz de Jesus Dias

Carlos_Alberto Dias Coelho Cabanita

Carlos Inácio Frade

Celestino de Jesus

Celestino de Jesus_Travassos

Constantino Coelho Cabanita

Dora Cristina Coelho Frade (Dorita, Tita)

Emília Lúcia Mariano Pacheco

Eugénio Dias

Felizbela da Cruz_Mariano

Filipa Homem Christo

Francisco Calouro Homem-Christo Cabanita

Gertrudes Silva

Hugo Cabanita Paiva

Inácia Bento

Inácio Coelho

Inês Paiva Cabanita

Inês Simões

João Cabanita

João Coelho Cabanita

João Henrique Frade Correia

Joaquim Cabanita

Joaquina Maria

José António de Jesus Travassos

José Cabanita

José Dias

José Manuel Dias

José Maria Frade

José Dias Mariano

Lúcia Cabanita

Lúcia de Jesus Dias

Luísa Cabanita Paiva

Manuel Cabanita

Manuel Calouro Homem-Christo Cabanita

Manuel Coelho Cabanita

Magda Simões Cabanita

Maria Calouro Homem-Christo Cabanita

Maria Celeste Cabanita Coelho Frade

Maria Dias

Maria Fernanda Frade

Maria Inácia Cabanita

Maria de Jesus Gonçalves

Maria José Dias

Maria Julieta Cabanita

Maria Lúcia Cabanita (Cruz)

Maria Rosa_Mendes (Gonçalves)

Maria_Silva

Maria Teresa Cabanita

Mariana Cabanita

Natália de Jesus

Natália Dias

Pedro Daniel Frade Cobiça Soares

Pedro Homem-Christo Cabanita

Reinaldo Dias Coelho Cabanita

Rita Cabanita Paiva

Rita Maria Frade Correia

Rodrigo Cabanita

Rui Jorge Cabanita Tavares

Rui Homem Christo Cabanita

Sara Cabanita Paiva

Teresa Silva

Vasco Calouro Homem-Christo Cabanita

Vera Cabanita Paiva

Genealogia parcial da Família Cabanita

Pe. João Coelho Cabanita
Onde se conta, entre outras coisas, a origem do nome Cabanita e uma curiosa história em que três irmãos Cabanita se casaram com três manas Silva e um irmão das manas Silva casou com a filha de uma irmã dos manos Cabanita...

Composta de acordo com dados coligidos pelo pe. João Coelho Cabanita, prior de Loulé durante a segunda metade do século XX, com base nos registos paroquiais de Boliqueime e Loulé. Os registos anteriores a esta genealogia já não estavam nos arquivos paroquiais, mas sim na Torre do Tombo.

Falta aqui muita gente, sobretudo os membros mais modernos. Há muitos outros Cabanitas fora deste esquema, porque me limitei à minha família mais próxima e aos seus antecessores. Se você faz parte desta família e não se vê representado ou aos seus, escreva-me (contactos aqui ao lado). Idem se vir erros, dados incompletos, ou ainda se pretende excluir dados seus desta página. Todas as críticas e achegas são bem vindas.


Inácio Coelho (?−1836) nasceu no Sítio da Cabanita, freguesia de Alte, concelho de Loulé, junto da estrada entre S. Bartolomeu de Messines e Paderne. Mudou-se para Albufeira, onde possivelmente passou a ter por alcunha a sua terra de origem.
Casou-se em Albufeira com Joaquina Maria e foi pai de António Coelho.

Inácio Coelho e Joaquina Maria são meus tetravós paternos e pentavós maternos.


Parece óbvio que o apelido Cabanita provém então dessa povoação, primeiro como alcunha e depois como nome de família. Há Cabanitas espalhados por vários lugares do País e estrangeiro, claro, mas parecem todos ter origem na zona entre Boliqueime e Albufeira.

Até ao século XIX, quando o registo civil se tornou tarefa do estado e se emancipou dos registos paroquiais, os nomes que as pessoas usavam tinham pouco a ver com aqueles com que tinham sido baptizadas. As famílias nobres e burguesas eram muito ciosas dos seus nomes, mas entre os populares o assento raramente passava dos termos bíblicos, como: "Manuel, filho de João e Maria, do sítio de Casas...".

O registo civil começou a pressionar as pessoas para apresentarem patronímicos, num processo que levou muitos anos. Quem não estava muito certo do seu patronímico, inventava um, muitas vezes a partir da alcunha. Vi na Internet uma descrição desse processo entre os judeus da Alemanha, no século XIX. Forçados a arranjar um nome de família, esses judeus, que por tradição não o usavam, criaram-nos quase sempre a partir do lugar onde viviam, da sua profissão, etc. É por isso que muitas famílias judias têm apelidos alemães.

Conheci em Boliqueime várias alcunhas que se tinham tornado hereditárias, como um patronímico informal. Era o caso, por exemplo, de um homem chamado o Ceguinho, cujos descendentes viam muito bem, mas não deixavam de ser chamados Ceguinhos. Idem, o Cantador. Por pior voz que tivessem, a sua prole tinha a mesma alcunha. Havia um homem que negociava amêndoas e alfarrobas, obeso, chamado o Barrigas. Tinha uma filha bastante elegante, que não deixava por isso de ser chamada Barrigas! É de crer que a alcunha Cabanita tenha vivido uma geração ou duas, antes de se infiltrar no registo civil.

Talvez o cidadão mais ilustre de Boliqueime deva o seu nome a um processo semelhante. Os membros da sua família eram altos, secos e ossudos, daí talvez o serem chamados Cavacos (paus secos). Mas isto é uma hipótese, sem qualquer informação a sustentá−la. A minha mãe diz que Cavaco Silva é meu primo afastado, por via das irmãs Silva. Mas em Boliqueime toda a gente é prima de toda a gente...

Na Internet encontrei um homónimo meu, um Carlos Cabanita que é gerente de uma empresa de serviços informáticos em Paris e Barcelona, bem como um Luís Cabanita que tem um site de plane watching centrado no Aeroporto de Faro. A maioria dos resultados da pesquisa da palavra Cabanita na Internet, no entanto, é ocupada, a nível nacional, pelos trabalhos da Escola Secundária Padre João Cabanita, em Loulé; a nível internacional por uma cadeia de restaurantes mexicanos chamados La Cabañita. Sem falar nas minhas páginas pessoais, nas do meu irmão e do meu sobrinho Rui.


António Coelho (1814-1880), filho de Inácio Coelho e de Joaquina Maria mudou-se para Boliqueime, concelho de Loulé, onde se casou com Maria de Jesus Gonçalves.
Pais de Manuel Coelho Cabanita, o primeiro a usar o nome Cabanita.

António Coelho e Maria de Jesus Gonçalves são meus trisavós paternos e tetravós maternos.


Manuel Coelho Cabanita (1838-1915), filho de António Coelho e de Maria de Jesus Gonçalves. Casou com Maria Rosa Mendes (ou Gonçalves)
Tiveram oito filhos, seis rapazes e duas raparigas, de entre os quais três irmãos João, José e Rodrigo que casaram com as três irmãs Silva e a filha Lúcia cuja filha Maria Lúcia casou com José da Cruz, irmão das três irmãs

  1. João Cabanita
  2. José Cabanita
  3. Rodrigo Cabanita
  4. Lúcia Cabanita
  5. Manuel Cabanita
  6. Mais dois irmãos e uma irmã

Manuel Coelho Cabanita e Maria Rosa Mendes são meus bisavós paternos e trisavós maternos.


As três irmãs Silva e o irmão:

  1. Maria Silva
  2. Teresa Silva
  3. Gertrudes Silva
  4. José Dias Mariano

João Cabanita, filho de Manuel Coelho Cabanita e de Maria Rosa Mendes (ou Gonçalves) casou com Maria Silva


José Cabanita, filho de Manuel Coelho Cabanita e de Maria Rosa Mendes (ou Gonçalves)  casou com Teresa Silva Os meus avós paternos eram agricultores. Foram pais de:

  1. Constantino Coelho Cabanita (meu pai)
  2. Maria Teresa Cabanita

José Coelho Cabanita foi também pedreiro e esteve emigrado em Marrocos (Fez) e França (Caen). Construiu a sua própria casa, com terraço e chaminé algarvia, forno, lareira, cisterna e várias pocilgas,coelheiras e galinheiros. Da casa hoje em ruínas, no Ribeiro de Cima ou Valargo, Boliqueime, a 100m da Via do Infante, avista-se a costa desde Albufeira a Quarteira.


Rodrigo Cabanita, filho de Manuel Coelho Cabanita e de Maria Rosa Mendes (ou Gonçalves)  casou com Gertrudes Silva
Viveram em Boliqueime, sítio dos Pinheiros. Foram pais de

  1. João Coelho Cabanita

Lúcia Cabanita, filha de Manuel Coelho Cabanita e de Maria Rosa Mendes (ou Gonçalves) casou com José da Cruz e foi parteira no sítio do Ribeiro, Boliqueime; foram pais de:

  1. Maria Lúcia Cabanita ou da Cruz

Diz-se que José da Cruz estivera emigrado e viera rico, para os padrões do lugar. Lúcia era bela, viva e inteligente, e mais nova que ele 30 anos. Vendo passar o homem à tarde, enquanto penteava a filha e lhe catava os piolhos, a mãe de Lúcia chamava-lhe a atenção para o bom partido. Porém, a filha achava-o velho e respondia: "Porque não casa vocemecê com ele?" Acabou por aceder à vontade da mãe e foram felizes. Apesar da diferença de idades, morreram no mesmo ano.
Tendo algumas terras e proventos da sua actividade de parteira, acabou por ajudar muitas vezes a filha Maria Lúcia, cedo viúva e com muitos filhos para criar.

José da Cruz e Lúcia Cabanita eram meus bisavós maternos e tios-avós paternos.


Manuel Cabanita, filho de Manuel Coelho Cabanita e de Maria Rosa Mendes, casou com Inácia Bento. Tiveram os filhos:

  1. Joaquim Cabanita
  2. Maria Inácia Cabanita

José Dias Mariano, irmão das Silvas, casou com Maria Lúcia Cabanita ou da Cruz, de alcunha a Bi Luiça, filha de Lúcia Cabanita, que era irmã dos três irmãos Cabanita, João, José e Rodrigo Cabanita que tinham casado com as irmãs Silva, Maria, Teresa e Gertrudes Silva. A sua mãe era seis vezes cunhada do seu marido, mas não havia qualquer consanguinidade. Os meus avós maternos eram agricultores e viveram em Boliqueime, no sítio do Ribeiro. Tiveram sete filhos:

  1. Maria Dias
  2. José Dias
  3. Lúcia de Jesus Dias
  4. Celestino de Jesus
  5. Natália de Jesus
  6. Beatriz de Jesus Dias
  7. Felizbela da Cruz Mariano

O casal tinha uma casa no Ribeiro de Baixo, 3km a NE de Boliqueime. Além de possuírem algumas terras de sequeiro, pequenas e dispersas, onde cultivavam trigo, ervilhas e favas e apanhavam os frutos de figueiras, amendoeiras, alfarrobeiras, oliveiras e alguns pinheiros, arrendavam leiras de regadio no Morgado de Quarteira (hoje Vilamoura).

Depois de ter enchido a casa de filhos, José Dias Mariano morreu novo, padecendo ainda uns anos entrevado. Maria Lúcia era uma mulher muito forte e corajosa, que teve de criar sozinha sete filhos. Estes, assim que podiam, ajudavam ao sustento. Maria dava explicações, ela e a minha mãe costuravam para fora, José tornou-se assentador no Caminho de Ferro, Natália e Beatriz trabalhavam mais no campo, nomeadamente nas leiras de Quarteira, e Felizbela tornou-se caixeira numa loja em Boliqueime. Com isto tudo conseguiram sobreviver.

Estes irmãos formavam uma família muito unida. Durante a minha infância era costume reunir as famílias em Boliqueime, nas férias e no Natal, onde dormiam todos praticamente uns em cima dos outros e ajudavam nas actividades agrícolas. Foi assim que, embora tenha vivido sempre em cidades, tomei contacto com a vida do campo.

Mais uma nota sobre a diferença entre os nomes registados e usados: a minha avó materna era chamada Maria Lúcia (Biluiça), mas no registo o seu nome era só Maria. Era a Maria Lúcia por ser a Maria filha da Lúcia. A minha mãe é Lúcia sem ser Maria, mas era referida entre a vizinhanca como a Biluicinha, por ser filha da Biluiça! Note-se que os vários irmãos, embora sejam todos filhos dos mesmos pais, têm apelidos diferentes. Era como calhava!

Nesse tempo, Bia era diminutivo de Maria e Blé de Manuel. Entretanto, esses diminutivos caíram em desuso.


Maria Dias (Ti Bia), filha de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita, não se casou nem teve filhos. Agricultora e costureira, viveu sempre em Boliqueime.


José Dias, filho de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita, casou-se com Assunção. Era assentador de caminho de ferro, ela guarda de passagem de nível. Viveram em Messines, Lisboa e Alhos Vedros. Tiveram os filhos

  1. José Manuel Dias
  2. Eugénio Dias
  3. Natália Dias
  4. Maria José Dias

Lúcia de Jesus Dias (1916-2016), de alcunha a Biluicinha, filha de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita casou-se com Constantino Coelho Cabanita (1918-1981), filho de José Cabanita e de Teresa Silva. Eram primos direitos e segundos. A mãe de Constantino era tia da Lúcia, por ser irmã do seu pai; o pai do Constantino era tio-avô da Lúcia, por ser irmão da sua avó materna. Vice-versa, o pai da Lúcia era tio do Constantino e a mãe prima. Ele era polícia e ela doméstica. Viveram em Faro, Loulé e Portimão. Tiveram os filhos:

  1. Reinaldo Dias Coelho Cabanita
  2. Carlos Alberto Dias Coelho Cabanita

O meu pai inicialmente aprendeu a profissão de abegão (carpinteiro de carros) e exerceu a profissão em Boliqueime e Montes Velhos (Alentejo) para onde ia trabalhar de bicicleta(!). Fez a tropa durante a II Guerra Mundial, em Lisboa, e aproveitou para se alistar na PSP. Foi colocado em Faro e depois comandou os postos de Loulé, Ferreira do Alentejo e Portimão. Em moço fez parte um conjunto musical, que na altura se chamava uma jazz band, mas para isso teve de construir um bandolim.

A minha mãe era uma artista natural. Em solteira, costurava para fora e dava aulas de costura. Criava qualquer modelo a partir dos moldes das revistas. Sabia fazer bordados, croché, ponto de cruz, pintura a óleo, flores artificiais, pintura cerâmica, malha, empreita, arranjos com conchas, etc. Encontrando uma vez qualquer arte ou lavor, ia logo descobrir como se fazia, muitas vezes sem qualquer ajuda. Era também doceira muito apreciada, sempre solicitada pelas vizinhas para as festas. Infelizmente, o meu pai não a deixou trabalhar depois de casada e ela manteve as suas artes sempre como passatempos.


Celestino de Jesus, filho de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita, morreu jovem. Não se casou nem teve filhos.


Natália de Jesus, filha de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita, casou-se com Henrique e não tiveram filhos. Eram ambos ferroviários, ele agulheiro, ela guarda de passagem de nível. Viveram no Parchal, perto de Portimão.


Beatriz de Jesus Dias, filha de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita, casou-se com António Travassos, assentador de caminho de ferro, e tornou-se guarda de passagem de nível. Viveram em Casével, S. Martinho do Porto, Alcantarilha e Portimão e tiveram os filhos:

  1. Celestino de Jesus Travassos
  2. José António de Jesus Travassos

Felizbela da Cruz Mariano, filha de José Dias Mariano e de Maria Lúcia Cabanita, casou-se com Henrique Pacheco, guarda-fios.  Era empregada de loja mas tornou-se doméstica depois de casar. O casal ficou a viver em Boliqueime. Foram pais de

  1. Emília Lúcia Mariano Pacheco.

João Coelho Cabanita (1916-1999). Filho de Rodrigo Cabanita e Maria Rosa Mendes. Foi prior de Loulé durante muitos anos. Foi quem investigou a genealogia antiga da família. Deram o seu nome a uma escola secundária de Loulé.


Joaquim Cabanita, filho de Manuel Cabanita e Inácia Bento, casou com Maria Teresa Cabanita, filha de José Cabanita e Teresa Silva e sua prima direita, visto os pais de ambos serem irmãos. Ele era ferroviário e ela doméstica. Viveram em Faro e Almada. Tiveram duas filhas:

  1. Maria Celeste Cabanita Coelho Frade
  2. Maria Julieta Cabanita

Maria Inácia Cabanita, filha de Manuel Cabanita  e Inácia Bento, casou-se com António Frade. Foram pais de

  1. José Maria Frade
  2. Maria Fernanda Frade
  3. Carlos Inácio Frade

Maria Celeste Cabanita Coelho Frade, (1936) filha de Joaquim Cabanita e Maria Teresa Cabanita, casou-se com Carlos Inácio Frade, (1938) filho de António Frade e Maria Inácia Cabanita, seu primo direito, visto que o pai dela e a mãe dele eram irmãos. É empregada dos Correios e ele oficial de máquinas da marinha mercante (ambos reformados). Vivem em Almada. Tiveram duas filhas:

  1. Dora Cristina Coelho Frade
  2. Ana Margarida Frade

Maria Julieta Cabanita, filha de Joaquim Cabanita e Maria Teresa Cabanita, foi mãe de:

  1. Rui Jorge Cabanita Tavares

Reinaldo Dias Coelho Cabanita (1949), filho de Constantino Coelho Cabanita e Lúcia de Jesus Dias, casou-se com Filipa Homem Christo. Viveu em Lisboa, Torres Novas e actualmente em Santarém. [BLOG | CONTACTO] Ambos médicos, tiveram dois rapazes:

  1. Rui Homem Christo Cabanita
  2. Pedro Homem Christo Cabanita

Divorciou-se e voltou a casar com Vidia Deneva Alekseyeva (búlgara e também médica).


Carlos Alberto Dias Coelho Cabanita (c'est moi) (1953), filho de Constantino Coelho Cabanita e Lúcia de Jesus Dias. Criativo publicitário e designer gráfico, viveu em Lisboa, Parede e presentemente em Almada [CONTACTO]. Casou-se com Maria da Paz Ventura Campos Lima. Divorciou-se e viveu com Ana Isabel Paiva. Tiveram uma filha:

  1. Inês Paiva Cabanita

Casou-se de novo com Alda Vila. O casamento terminou sem mais filhos.


Inês Paiva Cabanita (1981), filha de Carlos Alberto Dias Coelho Cabanita e Ana Isabel Paiva. Licenciada em Matemática e bancária, vive em Coruche [CONTACTO]. Casou-se com Ivo Paiva, formado em Informática de Gestão e empresário (o apelido comum Paiva não representa qualquer parentesco) [CONTACTO]. São pais de:

  1. Hugo Cabanita Paiva (2004/09/21)
  2. Rita Cabanita Paiva (2007/01/11)
  3. Vera Cabanita Paiva (2009/06/08)
  4. Sara Cabanita Paiva (2013/04/04)
  5. Luísa Cabanita Paiva (2015/07/06)

Rui Homem-Christo Cabanita (1975), filho de Reinaldo Dias Coelho Cabanita e Filipa Homem Christo. Biólogo, web designer e empresário de trabalhos verticais, vive em Santarém. [CONTACTO] Casou-se com Inês Simões, também bióloga e artesã/designer de tecelagem e moda. Vivem em Santarém. São pais de:

  1. Magda Simões Cabanita (2007)
  2. Alice Simões Cabanita (2016)

Pedro Homem-Christo Cabanita (1978), filho de Reinaldo Dias Coelho Cabanita e Filipa Homem Christo. Engenheiro agrónomo, comercial de adubos e pesticidas e empresário de comercialização de vinhos. Casou-se com Rita Calouro, empresária veterinária. Vivem em Santarém. São pais de:

  1. Maria Calouro Homem-Christo Cabanita (2004)
  2. Manuel Calouro Homem-Christo Cabanita (2007)
  3. Francisco Calouro Homem-Christo Cabanita (2009)
  4. Vasco Calouro Homem-Christo Cabanita (2017)

Emília Lúcia Mariano Pacheco, filha de Felizbela da Cruz Mariano e Henrique Pacheco. Bibliotecária na Universidade do Algarve (Faro). [WEB | CONTACTO] Casou-se com Moisés Silva Fernandes, investigador do ICS da UL especializado nas relações Portugal-China [WEB | CONTACTO]. Separados profissionalmente 300 km, vivem entre Boliqueime e Oeiras. São pais de:

  1. Laura Pacheco Fernandes
  2. Leonor Pacheco Fernandes

Dora Cristina Coelho Frade (Dorita, Tita) (1962), filha de Carlos Inácio Frade e Celeste Cabanita Coelho Frade. Casou-se com Eduardo Cobiça Soares. São pais de:

  1. Ana Teresa Frade Cobiça Soares
  2. Pedro Daniel Frade Cobiça Soares

Ana Margarida Coelho Frade (Guida) (1965), filha de Carlos Inácio Frade e Celeste Cabanita Coelho Frade. Professora do Ensino Secundário (Arte). [CONTACTO] Casou-se com Pedro Miguel Nunes Correia (professor de Comunicação na Católica). Vivem no Estoril e são pais de:

  1. Rita Maria Frade Correia (2001)
  2. João Henrique Frade Correia (2003)

Rui Jorge Cabanita Tavares (1967), filho de Maria Julieta Cabanita. Casou-se com Manuela e é pai de:

  1. Mariana Cabanita (2000)

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