Feeds
do meu blogue

Formação

Talvez escreva um dia um texto sobre a minha formação (ou falta dela). Ou sobre a deformação da formação profissional, ou mesmo sobre a formação da deformação profissional.

Ou ainda sobre a inefável relação entre formação e educação, entre educação e cultura, entre cultura e sabedoria.

Ou então sobre a relação entre curiosidade e imaginação, formação e formatação permanente.

Mais: talvez me atreva a escrever sobre a relação entre formação da imaginação e resistência à formatação!

Mas para já, falemos dos dados essenciais da minha formação. Formalmente, em termos de canudo, tenho apenas o terceiro ano incompleto de Arquitectura, que nunca exerci. O Instituto de Emprego e Formação Profissional anda a falar em fornecer às pessoas canudos correspondentes à formação adquirida por experiência, ao longo da sua vida profissional. Aí, acho que arranjava um grande canudo...

Estudei Arquitectura, mas...

Devido à minha idade, ainda fui vítima do sistema escolar salazarista, com os seus métodos terríveis de ensino sebenteiro e autoritário. Mas uma coisa vos digo: o sucesso e o aproveitamento escolares eram muitíssimo superiores ao que se consegue actualmente. Não digo que devamos voltar ao antigamente; o que eu digo é que alguma coisa está errada no ensino actual e ainda não se descobriu o que é.

Anos revolucionários
Levei parte dos anos 70 a fazer figuras destas

Não me dei mal por lá, até era um dos melhores alunos. As minhas aptidões apontavam para a carreira artística e por isso fui para Arquitectura.

O curso estava a ser muito interessante, mas a minha atenção era cada vez mais puxada para a actividade política (clandestina, nessa altura). Andei ligado ao movimento associativo estudantil e ao marxismo radical. Financiava o curso com um part-time como desenhador de construção civil. Então chegou o 25 de Abril. A revolução tornou-se muito mais absorvente que tudo o resto, além do que me deixou sem emprego, porque o atelier que me empregava fechou.

Nos anos seguintes interrompi a minha formação. Tinha um pequeno part-time como revisor de imprensa e o resto do tempo era dedicado à actividade política. Um curso completo de marxismo pode-se considerar formação?

Por fim deixei a actividade política (e o meu primeiro casamento), em 1979, e voltei a estudar Arquitectura. Correu tudo muito bem, até que estava prestes a passar para o quinto ano, com notas excelentes, quando o curso se desmoronou devido a um problema de procedências. Quero dizer, algumas cadeiras que eu tinha deixado por fazer no 25 de Abril invalidavam todo o curso que eu tinha tirado até então.

Este problema tinha-se posto anos antes para centenas de alunos de outras faculdades e tinha-se achado uma solução. Mas para mim, isolado e atrasado, não havia nenhuma. Tive que ir a correr fazer História da Arte do segundo ano, para ficar com o terceiro incompleto, o que me deu habilitação para ser professor de Educação Visual por uns meses, anos mais tarde.

Ainda tentei continuar a estudar a partir do terceiro ano, mas aquilo não tinha piada nenhuma. Estava a fazer cadeiras que já tinha feito e a escola estava a ser invadida pela versão mais oportunista do pós-modernismo, o taveirismo. Não queria defender o modernismo tradicional (!), não queria aderir ao taveirismo e estava muito mais interessado noutros dois campos decisivos para a minha formação humana: tinha descoberto a noite, primeiro, e a paternidade, depois.

Publicidade nos anos 80
Quando comecei como criativo ainda era quase tudo feito à mão. As maquetas eram pintadas com marcadores e com letras transferíveis, as ilustrações eram criadas com pincel e aerógrafo; os textos eram escritos à mão...

O tempo que passei a estudar Arquitectura não foi perdido. Nunca exerci, mas aquilo é um curso geral de design, muito melhor que os cursos específicos que há por aí. O método de projectar acompanhou-me por toda a vida, quer seja a criar uma campanha de publicidade, uma página Web ou uma empresa.  Topo

Criativo de publicidade, criativo de empresas

Larguei Arquitectura, portanto. Tinha que sustentar a família e comecei a fazer trabalhos de publicidade. Cheguei a ter um período louco com um emprego de revisor de imprensa no Dafundo das 7:30 às 13:30 mais outro de professor de Educação Visual na Azambuja à tarde e publicitário em Odivelas à noite, morando na Parede e sem ter ainda carro.

Nunca fiz qualquer esforço para me dedicar às artes gráficas, pode-se dizer antes que elas vieram ter comigo em várias ocasiões. Na actividade estudantil, estive sempre ligado a tarefas editoriais, umas clandestinas, outras semi. Uma das minhas tarefas políticas, antes do 25 de Abril, foi trabalhar numa tipografia clandestina (não era nada de especial, era apenas uma máquina de escrever e um policopiador num apartamento alugado em Paço de Arcos, mas ter-me-ia dado uns anitos de prisão se fosse descoberto).

A minha actividade política pós-25 de Abril teve sempre uma forte componente editorial. Por outro lado, o meu emprego honesto de revisor de Imprensa pôs-me em contacto com o jornalismo.

Essa formação informal ajudou-me na minha actividade seguinte. Rapidamente o trabalho de publicidade se tornou tão absorvente (e melhor pago) que abandonei a revisão.

Aprendi os ossos do ofício praticando. Estava num pequeno gabinete de criatividade e era o único criativo. Apliquei àquilo a metodologia de projecto de Arquitectura, mais a capacidade de escrever que sempre tive e o jeito para desenhar inato. E li tudo o que pude sobre o asunto, claro.

A empresa teve sucesso. Teve um crescimento explosivo e em breve se transformou numa agência de publicidade de serviço completo. Fui convidado para ser sócio, para evitar que me fosse embora à procura de melhor ordenado.

Durante nove anos fui o director criativo da Grafe, que passou de uma facturação de 30 000 contos (150 000€) para 400 000 contos (2 000 000€) nesse período. Um crescimento de mais de 13 vezes. A empresa fez alguma TV, mas mais de 90% da sua produção era em anúncios para imprensa, outdoors, material impresso e material de ponto de venda. Havia também uma componente importante de relações públicas, através de empresas associadas.

circuito
Este era o circuito gráfico quando comecei a trabalhar

Fiz criatividade de publicidade, ilustração, copywriting e muitas outras coisas, mas a coisa mais criativa que fiz teve lugar ao nível da empresa. Nesse período aconteceu a informatização das artes gráficas e da publicidade. O modelo dominante eram as máquinas pesadas de fotocomposição Agfa, então dominantes no mercado, e um esquema informático de estações dedicadas, capazes apenas de produzir tiras de película que eram montadas à mão. Chegava então a revolução PostScript: máquinas de fotocomposição Linotronic, ligadas a estações de trabalho Apple. Estudei as alternativas e achei as possibilidades emergentes do Postscript muito mais interessantes. Perguntei−me então: seria possível fazer criar um sistema com PCs, que custavam menos de um quarto dos Macs?

Tornei-me um pioneiro em duas coisas: na implementação do Postscript como método de fotocomposição, centrado em compositoras Linotronic em vez das limitadas Agfa, e na criação de linhas de produção gráfica baseadas em PCs e nas primeiras versões Windows (o primeiro PageMaker que usei, creio que era a versão 1.0, trazia uma versão runtime do Windows... 1.0!). Na verdade eram redes mistas, porque havia sempre Macs, imbatíveis na gestão de cores. Isso implicava outro pioneirismo em Portugal: a conectividade de redes mistas.

A meio dos anos 80 havia em Portugal bastante resistência a este tipo de soluções. A fotocomposição tradicional apresentava soluções fiáveis e conhecidas. As novas soluções eram um tiro no escuro e uma aventura. Muitas coisas não funcionavam ou pediam paciência de santo para serem configuradas. Os operadores eram profundamente conservadores. Nessa altura imperava o fotocompositor ou teclista, um indivíduo capaz de escrever num teclado a uma velocidade vertiginosa, enquanto discutia futebol ou telenovela. A última coisa que ele ou ela queria era que as teclas deixassem de estar nos lugares habituais. É preciso lembrar também que o hardware dessa altura tinha performances ridículas!

Eu fartava-me de provocar crises. Durante o fim−de−semana instalava na secção de fotocomposição uma nova versão do Windows ou do PageMaker. Na segunda-feira era o fim do mundo, com os protestos dos operadores. Eu fazia assim porque se estivesse à espera do acordo deles, nunca me deixariam mudar nada!

Nessa altura não havia programas de desenho, para além do Illustrator, um exclusivo Mac com um início atribulado, caríssimo, lento e cheio de bugs. O PageMaker só fazia texto simples, sem condensação nem outlines. Alguém me deu um manual de Postscript e eu descobri que tudo era possível, estava na linguagem, mas os aplicativos não implementavam as coisas mais interessantes. Então a primeira linguagem de programação que aprendi foi o Postscript. Escrevia um file de texto com o Postscript, enviava-o para a porta LPT1 da impressora e ficava a ver a luzinha a piscar, que me dizia que o file estava a ser processado. Se a impressoa cuspisse uma página impressa, era uma vitória; se a luzinha acabasse, algo correra mal. Toca a voltar ao ficheiro de texto. A vantagem era que se conseguia criar funções matemáticas e iterações que produziam por vezes curvas muito mais elegantes que com os sistemas interactivos posteriores. Quando apareceu o CorelDraw! (1.0), deixei de programar em Postsctript e acabei por esquecer tudo o que tinha aprendido. Tinha as minhas rotinas guardadas em diskettes de oito polegadas cujos drives desapareceram e acabei por jogá-las fora ou perdi-as.

circuito2
Este é o circuito informático gráfico actual (simplificado). Textos, imagens, layouts, pedidos de trabalho ou obras completas são recebidos via Web, flash pens, CDs ou DVDs. Macs e PCs estão integrados numa rede interna, com um servidor para armazenamento dos ficheiros. Depois de design gráfico, preparação ou paginação nas estações de trabalho e revistos/aprovados através de provas digitais, são convertidos no formato Acrobat PDF e processados para várias saídas possíveis: impressão offset via CTP (Computer to Plate), impressão digital, grandes formatos, ou ainda enviados para produção externa. A coerência da cor é assegurada por perfis de cor integrados que comandam automaticamente a afinação das máquinas de impressão. Impressoras de provas, digitais, CTP, plotters de grande formato ou de corte estão na rede, muitas vezes geridas por computadores especializados chamados RIPs (raster image processors) que também tratam da imposição (arrumação das páginas em planos de grande formato).

Outra área onde me tornei pioneiro foi a colaboração com as gráficas. Fomos dos primeiros em Portugal a conseguir produzir páginas inteiras processadas em conjunto numa película pela saída Portscript; até então o normal era haver tiras de texto, títulos e "selecções" (conjuntos de quatro películas de cada cor para as fotos) e tudo era montado manualmente na mesa de luz. As selecções levaram tempo a integrar-se no processo informático, pois eram produzidas em scanners pesados e carísssimos que não tinham qualquer forma de diálogo com as soluções que começavam então a chamar-se desktop publishing. Produziam película e pronto. Além das selecções, muitos materiais existiam em película e era mais fácil integrá-los na montagem. Nessa altura ainda se fazia muita arte final à mão.

A primeira vitória foi conseguir produzir páginas inteiras com texto, títulos e traços, que depois eram levadas para a empresa de pré-impressão, onde estava o scanner, junto com os originais fotográficos para digitalizar. Aí se fazia a integração final, em quatro películas grandes cheias de outras películas coladas com fita, cada uma correspondente a uma cor de impressão. De cada uma dessas películas gravava-se uma chapa de impressão, que era entregue na gráfica. Pouco a pouco as casas de pré-impressão, ou casas de fotolito, foram sendo capazes de colocar os scanners online e produzir as películas inteiras, sem montagem. Então o desafio era fazer chegar as páginas à pré-impressão em suporte digital. Não havia CD-ROMs nem flash pens, muito menos Internet ou banda larga. Apenas diskettes e zips da Iomega.

Outra guerra: os formatos. Antes da revolução Acrobat, a comunicação só se podia fazer, em cima, através de programas que mantivessem o mesmo formato em Macs e PCs, como o PageMaker e o Quark Xpress; em baixo através de Postscript puro ou EPS. Era sempre extremamente pouco fiável. Tornei-me, por necessidade, especialista em formatos, na transição de formato para formato.

Um exemplo curioso desta guerra de formatos. Algures nos anos 80, surge a possibilidade de fazermos o relatório anual da Finantia (acho que na altura ainda não era um banco). Qual o problema? Parece que o eng. Jorge Jardim Gonçalves, o mesmo que mais tarde fundou o BCP (penso que era a mesma pessoa, mas posso estar enganado), era fã do sistema de desktop publishing Ventura. Obrigava toda a gente no escritório a trabalhar com ele e o relatório estava em Ventura. Eu apenas sabia que esse software existia. Falei com o homem ao telefone, e disse que me encarregava do relatório. Arranjei uma diskette do Ventura e instalei-o, para o que tive de abandonar o Windows e trabalhar com uma interface mais antiga chamada Gem. O Ventura era um sistema magnífico, para alguém que conseguisse pensar logicamente. Compreendo que o eng. Jardim Gonçalves gostasse dele. Porém, nunca consegui contagiar ninguém com o meu entusiasmo. As secretárias da Finantia usavam-no, a julgar pelo tom em que falavam, porque o sr. engenheiro assim queria e pronto. E lá fiz o relatório, vários anos seguidos, guardando o programa, ano após ano, para essa eventualidade.  Topo

Fim dos milagres

As soluções mistas e de baixo custo como as que desenvolvi, com todos os seus problemas de fiabilidade e de improviso, vieram a mostrar uma outra vantagem decisiva, depois de 1992, em situação de crise económica, com a retracção do investimento publicitário: a firma onde trabalhava pôde adaptar-se à proliferação do desktop publishing caseiro e aceitar sem problemas os documentos que as empresas produziam nos seus escrtórios ou os particulares em casa, com versões piratas do CorelDraw ou do PageMaker, ou mesmo no Word, no Excel ou pior que tudo, em PowerPoint. Outro chapéu na minha cabeça: especialista em desencravar trabalhos caseiros!

Durante todos estes anos, a minha besta de carga em design gráfico tem sido o Corel Draw!, em todas as suas versões da 1 à 13 corrente. Posso condiderar-me um perito em CorelDraw! Mas mexo em virtualmente todos os programas de desktop publishing e de escritório. Em que programa mais odeio mexer? No FreeHand, antes da Macromedia, agora da Adobe. Mas mexo, se for preciso! Também nunca gostei muito do Quark Xpress. Actualmente o meu paginador é o InDesign da Adobe.

Em 1992 deixei a Grafe, para fundar uma boutique criativa. Não nos demos mal. Éramos três, um criativo, um comercial e uma arte-finalista e conseguimos facturar 60 000 contos (300 000€) por ano, três anos seguidos. Ao fim de três anos, conflitos pessoais levaram ao fecho da empresa.

Estava esgotado. Ainda tentei voltar a arranjar trabalho como criativo, mas não me senti muito atraído. A criatividade em si não me cansa, o que me destrói é a responsabilidade de pôr uma empresa a facturar com coisas que saem da minha cabeça. E se não saem? E se a idéia que me parece excelente agora não passa de uma idiotice? E se a ideia for boa, mas o meu concorrente tiver uma melhor? Sim, durante esses nove anos na Grafe, além de todas as cabriolas tecnológicas que acabei de descrever, ainda fui o director criativo no sentido estrito; o brainstormer, o criador de estratégias de marketing e comunicação, campanhas, slogans, textos, ilustrador e às vezes produtor, e ainda ajudando os accounts no contacto com os clientes.

Chamo a isto o complexo de Jesus. Imagine Jesus na Galileia, a visitar aldeias com os seus apóstolos e a fazer milagres. Imagine ainda que nesta fase a natureza divina da sua pessoa não era muito clara. Fazia os seus milagres, cada um mais espectacular que o outro, e (imagino eu) atormentava-se: E se de repente, numa aldeia qualquer, o leproso não sara, o cego não vê, o coxo não anda? Que fará esta gente? Apedrejam-me até à morte?

Não tenho nenhuma fantasia de ser Jesus, não é isso. Mas o problema é que a minha profissão era fazer milagres e as expectativas eram muito altas. Os êxitos eram considerados corriqueiros, os fracassos eram dolorosos. A tensão acumulava-se e, no meu caso, manifestava-se por problemas de pele. Noutros criativos era o alcoolismo ou as drogas; em mim era a pele. Além disso, estava a caminhar para o meu segundo divórcio.  Topo

Designer gráfico, designer de um processo industrial

Levei um ano a tentar ganhar a vida como pintor, mas não resultou. Então arranjei um emprego como designer gráfico.

A ideia era arranjar um emprego fácil. De facto era fácil, comparado com o que tinha andado a fazer. Mas o escorpião não pode deixar de picar, e em pouco tempo estava envolvido na transformação tecnológica da empresa. Penso que a minha contribuição foi decisiva para a sobrevivência da firma, num cenário de grave crise em que centenas de empresas gráficas de todos os tamanhos fecharam. Esta, pelo contrário, teve um crescimento espectacular.

A minha contribuição centrou-se na implementação de um sistema gráfico avançado através de soluções baratas, flexíveis e eficientes, e também no uso pioneiro da Internet para captura de trabalhos e para a sua produção. Hoje em dia isso é corriqueiro, mas no início parecia que estava a falar da quinta dimensão!

Para além de melhorar muito a produtividade da empresa, o uso da Internet para encomenda, recepção e aprovação dos trabalhos deve ter poupado algumas toneladas de CO2, em viagens que não foram feitas pelos carros da firma. Mas, pelo lado inverso, o ganho de produtividade levou à destruição de mais uns hectares valentes de floresta, convertidos em papel.

Em retrospectiva, chego à conclusão que fiz exactamente o mesmo que já tinha feito por duas vezes, tendo em conta a evolução tecnológica: ajudei a desenvolver uma solução mista de PCs e Macs, recebendo trabalho profissional de agências através dos Macs e trabalho caseiro e de escritório através dos PCs; uso de soluções muito baratas porque baseadas em know-how próprio da empresa e não nas soluções dos vendedores; uso de serviços de criatividade invulgares numa empresa gráfica para fidelizar os clientes; rentabilização desses serviços através da criação de vários canais de produção (impressão offset, impressão digital, grandes formatos, dados variáveis).

Porém, fiz tudo isso num meio em que não há qualquer prémio para o know how e desta vez não tive o benefício de ser sócio da empresa, portanto não ganhei praticamente nada com isso.  Topo

Das artes gráficas à Web

Presentemente, estou cada vez menos interessado no mundo das artes gráficas e cada vez mais interessado na Web. A minha autoformação centra-se numa linha independente do emprego. Desde há anos que desenvolvo como hobby todas as tecnologias da Web. Não sei se isto levará a algum proveito financeiro. Quase tudo o que fiz na Web foi gratuito. Mas tudo pode mudar e estou aberto a novas possibilidades.

Depois de tantos anos a ser pioneiro no uso dos PCs nas artes gráficas, estou agora numa via de transição, cada vez mais interessado no mundo Unix e nas soluções de Open Source.  Topo