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do meu blogue

Olá

Este site pessoal não pretende ser muito lógico, mas apenas um lugar para eu arquivar o que tenho feito desde há vários anos. Interesso−me por web design, política, filosofia, por ler e escrever e ainda desenho e pinto umas coisas, portanto o site reflecte os meus interesses.

Tem sido uma retaguarda da minha presença online. A maior parte do que escrevo aparece ou no meu blogue ou no Facebook. É possível que volte a puxar mais por esta página.

Identidade

Na secção Identidade, as páginas Quem sou e Trabalho ainda esperam pachorra para serem preenchidas. Escrevi uma pequena graçola em cada uma, só para não desiludir totalmente quem lá vá parar.

Na Formação, comecei a descrever o meu processo formativo e autoformativo e acabei quase numa autobiografia.

Falar de nós próprios não é simples. É preciso ter o bom senso de omitir coisas que adoramos dizer, mas que são uma seca para terceiros, bem como ter a coragem de dizer coisas que nos custam, mas que os outros poderão achar muuuuito interessantes. E saber se devemos dizê−las, de qualquer modo.

Assim, consultei a minha alminha preguiçosa sobre estas questões e ela ainda não me respondeu. Entretanto, fiquem lá com as graçolas...

Mas nessa secção há uma genealogia da minha família, onde é explicado finalmente o mistério da origem do nome Cabanita. Os Zé−Ninguéns como eu também podem ter uma genealogia, não são só os pretensos fidalgos. Os meus antepassados podem não ter comandado exércitos nem armadas, mas são gente concreta cujas vidas tiveram consequências − uma delas eu.   

Interesses

Há uma reportagem sobre um passeio às casas onde vivi a minha infância, cheia de fotos e texto.

Não pinto a óleo há muito tempo. Tenho algumas pinturas em Arte.

Há notas de uma viagem à Alemanha e à República Checa, de há alguns anos, e notas de viagens mais recentes à Bulgária.

Por fim as fotos. Há uma zona pública com poucas fotos, e uma zona privada com fotos de família.

Textos

São artigos de opinião sobre um assunto ou outro. Escrevo mais no meu blogue.

Uma noite com os lutadores fala de um espectáculo de full contact e é um dos textos mais estranhos que já escrevi. Ainda estou para saber se estava então na plena posse das minhas faculdades... O Povo é que tem a culpa, é uma espécie de manifesto político muito pouco ortodoxo (como devem ser os bons manifestos políticos). Marxistas de todo o mundo... é um ajuste de contas com a ideologia em que desperdicei muito esforço durante a minha juventude, bem como uma reflexão sobre as perspectivas históricas da esquerda. Os ilhéus de Quemoy e Matsu alinhava umas ideias sobre comunicação social.

Há ainda algumas notas de leitura bastante antigas.

Espero que goste.